quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Reflexões sobre “Mídias Digitais, Redes Sociais e Educação em Rede”, de Souza e Giglio:

De acordo com os autores, estamos vivenciando o fenômeno da globalização, já que as relações sociais a nível mundial estão se intensificando cada vez mais, graças, principalmente, às tecnologias da informação e comunicação.

Com o avanço da tecnologia, como com o surgimento da Internet, as informações percorrem o mundo. Podemos nos comunicar com qualquer pessoa, de qualquer lugar do planeta, sem precisarmos se quer sair do conforto de nossa casa.

Dessa forma, como afirmado pelos autores, está surgindo uma sociedade em rede. Estamos sendo estudados por todas as áreas do conhecimento como uma sociedade em rede.

A revolução tecnológica está trazendo uma nova era, a era da informação. Por meio dessa revolução, várias mídias digitais estão surgindo para facilitar a comunicação e interação entre as pessoas, como os telefones, celulares, televisões digitais, entre outras. Essas são mídias digitais por serem baseadas em tecnologia digital.

Porém, ainda que várias mídias digitais estejam surgindo, cabe ressaltar que o Brasil ainda vivencia a chamada exclusão digital, sendo que muitas pessoas não dispõem, por exemplo, de computador e/ou Internet.  Tal situação, como abordado pelos autores, se mostra como um grande desafio a ser enfrentado em busca da inclusão digital.

Ao discorrerem sobre a exclusão digital no Brasil, Souza e Giglio (2015, p. 35) dizem que “A exclusão digital caminha junto com a social, atingindo as pessoas de menor escolaridade, os negros e os moradores das áreas geográficas menos desenvolvidas do país.”

A partir das mídias digitais, está surgindo a educação em rede, que desenvolve seu trabalho com base nessas mídias. A educação em rede faz uso das redes sociais no processo de ensino-aprendizagem, de modo a promover uma educação híbrida (podendo acontecer de maneira presencial e a distância) que veio para se consolidar, como mencionado pelos autores.

Utilizando-se das redes sociais, que fazem parte da vida da maioria dos estudantes, possibilita-se um aprendizado prazeroso, autônomo e interativo. Pois, permitem, conforme os autores, a produção em conjunto do conhecimento.

De fato, é isso que as instituições de ensino devem possibilitar, construção de saberes de forma dialógica e inovadora, para que o aprendizado tenha efetivamente, significado(s).

SOUZA, M.V.; GIGLIO, K. (orgs). Mídias Digitais, Redes Sociais e Educação em Rede: Experiências na Pesquisa e Extensão Universitária. V.1. São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda. 2015. Disponível em:<http://pdf.blucher.com.br.s3-sa-east-1.amazonaws.com/openaccess/midias-digitais/completo.pdf>. Acesso em: 21 out. 17.  

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

EaD: Uma nova possibilidade de aprender

De acordo com o texto “A EAD no Brasil: cenário atual e caminhos viáveis de mudança”, de Moran (2011), o crescimento da Educação a distância no Brasil está acontecendo de forma bastante rápida, crescendo mais que a modalidade presencial.

Dessa maneira, a EaD se apresenta no cenário brasileiro como uma nova possibilidade de aprender. Com a EaD, o aluno consegue gerenciar seu tempo de estudo e não precisa estar no espaço da sala de aula para que a aprendizagem ocorra.

Porém, essa flexibilidade que a EaD promove, não é sinônimo de qualidade de ensino. Já que, como afirma Moran (2011), muitas instituições tratam a EaD banalmente,  apresentando aos seus alunos conteúdos simples, realizando atividades que não são estimulantes e contratando profissionais com pouca experiência de atuação na área, de modo a oferecer-lhes baixa remuneração.

Além disso, conforme o autor, pode existir dificuldade de adaptação a EaD devido a falta de contato físico,  pois muitos cursos acontecem somente pela WEB, o que causa desconforto aos docentes e tutores e confusão aos alunos.

Com isso, para que as instituições de Educação a distância se consolidem efetivamente oportunizando aprendizagens significativas, faz-se necessário conceber a EaD como de fato, uma nova possibilidade de aprender, superando preconceitos e levando-a mais a sério.

Moran (2011) atenta para a necessidade de projetos pedagógicos atualizados na EaD, com metodologias que estimulem os alunos para aprender, que envolvem atividades individuais e em grupo, e com o uso de sistemas inteligentes que auxiliem os estudantes, sendo que o monitoramento e a avaliação desse processo, pode dar-se em tempo real.

Nesse sentido, as tecnologias mostram-se como fortes aliadas para uma EaD de qualidade, sendo possível obter resultados tão bons (ou até melhores) quanto ao ensino presencial, dando oportunidade ao aluno de optar pela modalidade que considerar mais adequada para si.


MORAN, José. A EaD no Brasil: cenário atual e caminhos viáveis de mudanças. In: ARANTES, Valeria (Org.). Educação a Distância: Pontos e Contrapontos. São Paulo: Summus, 2011, p.45-88.

sábado, 16 de setembro de 2017

É hora de mudanças!

Reflexões sobre o texto "Educação e Tecnologia: Mudar para valer!" de autoria de Moran et al. (2013)

De acordo com texto, as tecnologias estão presentes em nosso cotidiano. Porém, na educação, ainda existe resistência para aderi-las ou pouca criatividade para utilizá-las. Além disso, muitas escolas são precárias, não dispondo de tecnologias, ou de quantidade suficiente delas, para atender seus alunos.


Dessa forma, a rotina escolar continua acontecendo de maneira monótona, mostrando-se engessada e bastante cansativa para os estudantes que não são os mesmos de tempos atrás e sentem-se obrigados a irem para a escola.


Diante disso, os autores afirmam que é hora de implementar mudanças no ambiente escolar, alterando inclusive, o currículo e as normas, que precisam ser mais flexíveis e criativos. É necessário considerar os recursos que estão a nossa disposição para deixar o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico e com sentido.


Para tanto, faz-se imprescindível o apoio em todos os aspectos, como o financeiro, para que as mudanças ocorram e possam ser avaliadas, de modo a aprimorar cada vez mais a prática docente, fazendo com que os alunos aprendam prazerosamente.


MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 21ª ed. Campinas: Papirus, 2013, p.12-14.

Apresentação

Prezado/a leitor/a!

Este blog tem como objetivo compartilhar conhecimentos e suscitar reflexões acerca das tecnologias na Educação, tendo como foco a área da Pedagogia, de modo a contribuir com a formação e/ou prática docente dos/as pedagogos/as.

Espero que gostem!

Relato de Experiência – Projeto de Aula e Tecnologias

Estou cursando a especialização em “Docência no Ensino Superior” na Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC. No último dia de aula ...